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Bolsa Jamma para Jornalismo sobre Conservação Centrada nas Pessoas

Bolsa Jamma para jornalismo sobre conservação centrada nas pessoas representa uma iniciativa inovadora destinada a jornalistas e comunicadores caboverdianos comprometidos em explorar histórias que unam a proteção ambiental ao bem-estar das comunidades. Em Cabo Verde, onde os ecossistemas marinhos e terrestres são vitais para a subsistência e a cultura local, esta bolsa surge como uma ponte entre o jornalismo investigativo e as narrativas sustentáveis que colocam as pessoas no centro da conservação.

O Que é a Bolsa Jamma?

Esta bolsa visa financiar projetos jornalísticos originais que destaquem iniciativas de conservação ambiental lideradas por comunidades, histórias de resiliência climática ou desafios socioambientais em Cabo Verde. Os candidatos selecionados receberão apoio financeiro, mentoria especializada em jornalismo ambiental e acesso a redes de especialistas em sustentabilidade. O objetivo é amplificar vozes locais e promover uma compreensão mais profunda de como a conservação pode ser justa, inclusiva e adaptada ao contexto cultural do arquipélago.

Por Que Centrar nas Pessoas?

Em nações insulares como Cabo Verde, os desafios ambientais—como a erosão costeira, a pesca excessiva ou a escassez de água—afetam diretamente a vida quotidiana. No entanto, são as comunidades que frequentemente desenvolvem soluções criativas, baseadas em saberes tradicionais e cooperação. A Bolsa Jamma reconhece que histórias autênticas sobre conservação não podem ser contadas sem envolver quem vive estas realidades. Projetos que destacam, por exemplo, a gestão comunitária de áreas marinhas protegidas ou mulheres que lideram práticas agrícolas sustentáveis têm o poder de inspirar mudanças e influenciar políticas públicas.

Quem Pode Participar?

A bolsa dirige-se a:

  • Jornalistas profissionais ou freelancers residentes em Cabo Verde;
  • Comunicadores de rádio, televisão, imprensa escrita ou plataformas digitais;
  • Projetos individuais ou colaborativos que abordem temas como justiça climática, biodiversidade, economia azul sustentável ou património natural.
    Não é necessário ter experiência prévia em jornalismo ambiental, mas valoriza-se o compromisso com a rigorosidade factual e a ética profissional.

Benefícios Além do Financiamento

Além do apoio monetário, os bolseiros terão acesso a:

  1. Workshops com especialistas em conservação e storytelling;
  2. Visitas de campo para reportagens em locais emblemáticos do país;
  3. Divulgação das suas histórias em parceiros de media locais e internacionais.
    Este acompanhamento garante que as narrativas produzidas não só informem, mas também mobilizem a ação coletiva.

Um Olhar para o Futuro

Num mundo onde as crises ambientais se intensificam, Cabo Verde necessita de narrativas que equilibrem urgência e esperança. A Bolsa Jamma é mais do que um financiamento—é um convite para reimaginar o jornalismo como uma ferramenta de transformação social. Ao capacitar profissionais que colocam as comunidades no cerne das suas reportagens, esta iniciativa contribui para um diálogo nacional mais informado, crítico e orientado para soluções.

Como Candidatar-se

Os interessados devem submeter uma proposta detalhada, incluindo um esboço da história, orçamento e amostras de trabalho anterior, através do formulário online disponível em https://jammaconservationandcommunities.com/human-centred-conservation-storytelling-grant/ . A data limite para candidaturas é 8 de Março de 2026. Não perca esta oportunidade de dar voz às histórias que unem pessoas e planeta.

Link:

Para mais informações, consulte o regulamento completo no link acima. Junte-se a esta missão de contar Cabo Verde de uma perspectiva

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